Sistemas de aterramento de subestações - Requisitos.
Esta Norma especifica os requisitos para dimensionamento do sistema de aterramento de subestações de energia elétrica, acima de 1 kV, quando sujeitos a solicitações em frequência industrial.
Esta Norma estabelece também as condições de segurança para pessoas e instalações dentro e fora dos limites da subestação.
A aplicação desta Norma não dispensa o atendimento a outras normas complementares, aplicáveis a instalações e locais específicos.
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Criei este blog para que possamos dividir nossas experiências em Eletrotécnica e suas várias vertentes. Este blog é pra Eletricistas, projetistas, montadores, gambiarreiros, etc. Mandem sugestões que venha a contribuir com o blog. Sejam todos bem vindos...
Atualização dos links
Amigos, estou atualizando os links para outro servidor. Peço um pouco de paciência pois são muitos arquivos. Se estiverem precisando de algum que não esteja atualizado, por favor enviem um email para contato@jmv.eng.br que atenderei o mais breve possível.
Obrigada pelo apoio e compreensão.
Blog Projetos Elétricos .
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Blog Projetos Elétricos .
quinta-feira, 10 de março de 2011
NBR 7117 - 1981 - Medição da resistividade do solo
1.1 Medição da resistividade do solo pelo método dos quatro pontos (WENNER) com as seguintes finalidades:
a) Cálculo da resistência de terra;
b) Cálculo das tensões de passo e toque (potenciais perigosos) e de um modo geral, os gradientes de potencial;
c) Determinação dos parâmetros de linhas de transmissão.
1.2 Além do método de medição, são descritas as características principais dos instrumentos necessários e são prescritos cuidados a serem observados durante a medição.
a) Cálculo da resistência de terra;
b) Cálculo das tensões de passo e toque (potenciais perigosos) e de um modo geral, os gradientes de potencial;
c) Determinação dos parâmetros de linhas de transmissão.
1.2 Além do método de medição, são descritas as características principais dos instrumentos necessários e são prescritos cuidados a serem observados durante a medição.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
RESISTORES OHMICOS, VARISTORES E TERMISTORES
Resistor é um dispositivo elétrico muito usado em eletrônica com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica (efeito joule), sua finalidade é obstruir a passagem de corrente elétrica através de seu material. A essa obstrução damos o nome de ohm.
DESENHO GEOMÉTRICO - EQUIVALÊNCIA DE TRIÂNGULOS
Trabalho apresentado à disciplina de “Desenho Geométrico, ministrada pelo professor Lindomar Dias, do curso de Matemática – 2009 EAD, para obtenção de conceito”.
PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - MEC – SEMTEC CENTRO FEDERAL DE ENSINO TECNOLÓGICO DE MATO GROSSO
UNIDADE I – REVISÃO DE ELETRICIDADE BÁSICA
UNIDADE II – MATERIAIS ELÉTRICOS MAIS USADOS EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
UNIDADE III – PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS
3.1 – desenvolvimento do quadro auxiliar
3.2 – elaboração do quadro de cargas
3.3 – elaboração do diagrama esquemático
3.4 – elaboração do diagrama unifilar
3.5 – padrão de energia
3.6 – planta de localização
UNIDADE IV – PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS
4.1 – revisão do desenvolvimento do P.I.E. residencial
4.2 – cálculo de demanda para o edifício e para o condomínio
4.3 – posto de transformação
4.4 – diagrama unifilar geral
4.5 – diagrama vertical
UNIDADE V – ANEXOS
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UNIDADE II – MATERIAIS ELÉTRICOS MAIS USADOS EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
UNIDADE III – PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS
3.1 – desenvolvimento do quadro auxiliar
3.2 – elaboração do quadro de cargas
3.3 – elaboração do diagrama esquemático
3.4 – elaboração do diagrama unifilar
3.5 – padrão de energia
3.6 – planta de localização
UNIDADE IV – PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS
4.1 – revisão do desenvolvimento do P.I.E. residencial
4.2 – cálculo de demanda para o edifício e para o condomínio
4.3 – posto de transformação
4.4 – diagrama unifilar geral
4.5 – diagrama vertical
UNIDADE V – ANEXOS
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POR QUE O COBRE É AMPLAMENTE UTILIZADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS
A principal razão para a utilização do cobre é sua excelente condutividade elétrica. O cobre apresenta a resistência elétrica mais baixa de todos os metais não preciosos, ou seja, em outras palavras, A resistência é indesejável dado que produz perdas no fluxo elétrico através do material.
NBR-6123 - APRESENTAÇÃO DE MEMORIAL DE CALCULO PARA TORRES E POSTES METÁLICOS
Especificações gerais para adoção de parâmetros básicos e apresentação de memorial de cálculo para torres e postes metálicos.
CPM - PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL DE MANUTENÇÃO - METROLOGIA ELÉTRICA BÁSICA
Os aparelhos de medidas elétricas são instrumentos que fornecem uma avaliação da grandeza elétrica, baseando-se em efeitos físicos causados por essa grandeza. Vários são os efeitos aplicáveis, tais como: forças eletromagnéticas, forças eletrostáticas, efeito Joule, efeito termoelétrico, efeito da temperatura na resistência, etc...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Curso de Controladores Lógicos Programáveis
Curso de Controladores Lógicos Programáveis PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS IPUC – PUC- Minas
DEPARTAMENTO DE INSTRUMENTAÇÃO, MODELAGEM E CONTROLE DE PROCESSOS
rapidshare Parte 1
rapidshare Parte 2
DEPARTAMENTO DE INSTRUMENTAÇÃO, MODELAGEM E CONTROLE DE PROCESSOS
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MICROCONTROLADOR PIC
MICROCONTROLADOR PIC
CEFET - Recife - 2008
Professor: ALBERTO WILLIAN MASCARENHAS Dr.
• O que é um microcontrolador?
• Onde eles são usados?
• Eu devo aprender a “mexer com isso” ?
• O que eu necessito para começar?
• Que microcontrolador usar?
• Quais as ferramentas que existem para auxiliar os projetistas de sistemas microcontrolados?
• Questões
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CEFET - Recife - 2008
Professor: ALBERTO WILLIAN MASCARENHAS Dr.
• O que é um microcontrolador?
• Onde eles são usados?
• Eu devo aprender a “mexer com isso” ?
• O que eu necessito para começar?
• Que microcontrolador usar?
• Quais as ferramentas que existem para auxiliar os projetistas de sistemas microcontrolados?
• Questões
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Motores elétricos assincronos de alta tensão
Este curso tem por objetivo permitir aos profissionais conhecer e saber o que é necessário para especificar um motor de corrente alternada (CA) de indução de alta tensão, compreender o funcionamento, os tipos de acionamentos, os tipos de motores e o dimensionamento destes em função dos tipos de carga. Serão abordadas as características construtivas, instalação, regime de serviço, aplicações, tipos de ensaios, normas e outros.
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Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão a Edificações de uso Coletivo_SM04.14-01.003
Norma Coelba Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão a Edificações de uso Coletivo_SM04.14-01.003
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Curso de Controladores Lógicos Programáveis
Curso de Controladores Lógicos Programáveis - Bernardo Seve
Programa Prodenge / Sub-Programa Reenge
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Esta apostila é um produto do esforço do Laboratório de Engenharia Elétrica e da Faculdade de Engenharia da UERJ e mostra a tenacidade de alguns profissionais dedicados a causa da educação tecnológica e a crença de que é possível desenvolver um ambiente que estimule a criatividade e iniciativa dos alunos.
Muitas pessoas contribuíram para o seu desenvolvimento. No Laboratório, gostaríamos de agradecer aos bolsistas de iniciação científica, Joana Figueiredo Konte, Jorge Luís Pinheiro Teixeira, Pat Evie Alves; estagiários, Luciana Faletti, Hélio Justino Mattos Filho, Marcelo da Silveira Sobrinho, Robson Ramirez, César Cunha de Souza, Karla Karraz Walder , Flávia Delduque Lima ; funcionários André Vallim, Jair Medeiros Júnior, Marcos Augusto Mafra, Paulo Bulkool, José Emílio Gomes, Antônio Marcos Medeiros, Alberto Avelar Santiago, João Elias Souza, Luiz Roberto Fagundes, Sueli Ferreira, Carla Aparecida C. de Almeida. Gostaríamos de agradecer a direção da Faculdade de Engenharia e em especial ao diretor desta, Nival Nunes de Almeida, pelo incentivo dado a todas as atividades do LEE.
Esta apostila é parte do material didático dos cursos de Controladores Lógicos Programáveis - CLPs que serão ministrados no âmbito do Laboratório de Engenharia Elétrica. Agradecemos ao CNPq, que é o órgão financiador do programa PRODENGE – sub-programa REENGE, do qual faz parte este curso, pelo apoio financeiro recebido.
Este trabalho constitui uma ampliação das notas sobre programação do CLP S7-200 na versão DOS do Step7, elaborada pelos funcionários Jair Medeiros Júnior e Marcos Augusto Mafra, que foram utilizadas em treinamento interno.
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Programa Prodenge / Sub-Programa Reenge
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Esta apostila é um produto do esforço do Laboratório de Engenharia Elétrica e da Faculdade de Engenharia da UERJ e mostra a tenacidade de alguns profissionais dedicados a causa da educação tecnológica e a crença de que é possível desenvolver um ambiente que estimule a criatividade e iniciativa dos alunos.
Muitas pessoas contribuíram para o seu desenvolvimento. No Laboratório, gostaríamos de agradecer aos bolsistas de iniciação científica, Joana Figueiredo Konte, Jorge Luís Pinheiro Teixeira, Pat Evie Alves; estagiários, Luciana Faletti, Hélio Justino Mattos Filho, Marcelo da Silveira Sobrinho, Robson Ramirez, César Cunha de Souza, Karla Karraz Walder , Flávia Delduque Lima ; funcionários André Vallim, Jair Medeiros Júnior, Marcos Augusto Mafra, Paulo Bulkool, José Emílio Gomes, Antônio Marcos Medeiros, Alberto Avelar Santiago, João Elias Souza, Luiz Roberto Fagundes, Sueli Ferreira, Carla Aparecida C. de Almeida. Gostaríamos de agradecer a direção da Faculdade de Engenharia e em especial ao diretor desta, Nival Nunes de Almeida, pelo incentivo dado a todas as atividades do LEE.
Esta apostila é parte do material didático dos cursos de Controladores Lógicos Programáveis - CLPs que serão ministrados no âmbito do Laboratório de Engenharia Elétrica. Agradecemos ao CNPq, que é o órgão financiador do programa PRODENGE – sub-programa REENGE, do qual faz parte este curso, pelo apoio financeiro recebido.
Este trabalho constitui uma ampliação das notas sobre programação do CLP S7-200 na versão DOS do Step7, elaborada pelos funcionários Jair Medeiros Júnior e Marcos Augusto Mafra, que foram utilizadas em treinamento interno.
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CLP – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL, 2º Parte
C.L.P CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL
Alberto Willian Mascarenhas, Abílio Muniz e Sérgio Leal
Segunda parte
4. C.P.U., Cartões I/O, Fonte e Racks
5. Funcionamento e Utilização do Micro C.L.P. LOGO!
6. Blocos do LOGO! (LOGO! SOFT COMFORT)
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Alberto Willian Mascarenhas, Abílio Muniz e Sérgio Leal
Segunda parte
4. C.P.U., Cartões I/O, Fonte e Racks
5. Funcionamento e Utilização do Micro C.L.P. LOGO!
6. Blocos do LOGO! (LOGO! SOFT COMFORT)
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CLP – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL, 1º Parte
C.L.P CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL
Primeira parte
1. Introdução e História do P.L.C.
2. Tipos de Programação
3. Arquitetura de CLPs
Autores: Alberto Willian Mascarenhas, Abílio Muniz e Sérgio Leal
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Primeira parte
1. Introdução e História do P.L.C.
2. Tipos de Programação
3. Arquitetura de CLPs
Autores: Alberto Willian Mascarenhas, Abílio Muniz e Sérgio Leal
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CHAVE DE PARTIDA SUAVE - Alberto Willian Mascarenhas - Abílio Muniz e Sérgio Leal
CHAVE DE PARTIDA SOFT - STARTERS
Alberto Willian Mascarenhas - Abílio Muniz - Sérgio Leal
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Alberto Willian Mascarenhas - Abílio Muniz - Sérgio Leal
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